Não foi uma palavra.
Foi um sorriso.
Dante estava diante dele em uma sala subterrânea da mansão, separada do restante da casa por três portas de aço e um corredor onde apenas Marco tinha autorização para entrar armado. Enzo estava preso a uma cadeira, ferido, medicado o suficiente para não morrer e lúcido o suficiente para temer.
Ou fingir que não temia.
— Você está cansado, Dante — Enzo disse, a voz rouca.
Dante permaneceu de pé, impecável em seu terno escuro, mãos atrás do corpo, rosto sem em