E, estranhamente, ela preferiu assim.
— E se eu disser não?
— Então será não.
— Para eles também?
Dante virou-se.
— Para eles, para mim, para qualquer homem vivo.
O peito dela apertou.
— Você fala como se pudesse enfrentar todos.
— Posso.
— Mas deveria?
— Por você, sim.
A resposta veio sem hesitação.
Sofia ficou imóvel.
Dante também pareceu perceber a rapidez com que falara, mas não voltou atrás.
— Não diga coisas assim — ela sussurrou.
— Por quê?
— Porque eu posso acreditar.
Ele a encarou com