O túnel descia em uma curva fechada. O ar ficava mais frio. Sofia sentia os joelhos ameaçando falhar, mas continuou. A caixa parecia pesar mais a cada segundo.
— Dante?
— Sim.
— Se eles me pegarem...
— Não vão.
— Se pegarem—
— Não vão.
A voz dele era tão dura que ela quase acreditou.
— Você não pode prometer isso.
Ele segurou seu braço e a virou para encará-lo, mesmo na escuridão.
— Posso.
— Como?
— Porque eu vou matar qualquer homem antes que ele encoste em você.
Sofia sentiu um choque percorr