— Estou dando a você a chance de ser a pessoa sensata entre nós dois.
Sofia riu baixo, nervosa.
— Isso é péssimo. Eu não me sinto sensata desde que bati no seu rosto.
Dante ergueu uma sobrancelha.
— Aquele foi seu melhor momento de juízo.
— Bater em você?
— Mostrar que não tem medo suficiente.
— Eu tenho medo.
— Não de mim.
Sofia engoliu em seco.
— Tenho sim.
Ele levantou a mão.
Sofia prendeu a respiração.
Mas Dante não a tocou. Seus dedos pararam a poucos centímetros da gaze em sua bochecha.
—