Ela estava presa.
Ameaçada.
Enlutada.
Mas, pela primeira vez desde que encontrara o corpo do pai, não estava sozinha.
Dante percebeu quando a respiração dela mudou.
Permaneceu imóvel por mais alguns minutos, garantindo que ela realmente dormira. Depois se levantou em silêncio e caminhou até a cama.
Sofia dormia com o rosto ainda úmido, uma mão fechada perto da boca, como se tentasse se proteger até em sonho.
Muito jovem.
Muito inocente.
Muito envolvida em algo que podia devorá-la.
Dante deveria