O silêncio no escritório era quase opressor. A luz do fim da manhã atravessava as amplas janelas de vidro da cobertura empresarial, refletindo nos móveis escuros e nas molduras de aço que cercavam o espaço. Derick estava sentado em sua imponente cadeira de couro, mas longe de parecer no controle. Os cotovelos apoiados na mesa, os dedos entrelaçados sobre a boca, os olhos fixos em um ponto morto no fundo da sala. A mente dele, no entanto, estava em movimento constante.
Eram dez e trinta da manhã