Minha mente é uma prisão e eu sou o carcereiro. As imagens vêm sem esforço, como se já tivessem sido esculpidas no meu subconsciente.
Sophia amarrada na minha cama, os pulsos atados com seda preta que contrasta violentamente com sua pele pálida. Os braços esticados sobre a cabeça, as pernas abertas para mim como uma oferenda que só eu posso aceitar. Seus olhos me encaram, desafiadores e submissos ao mesmo tempo. Uma mistura que me deixa insano.
Eu a imagino se contorcendo sob o meu toque, a voz