Sinto minhas pernas vacilarem, como se o chão sob meus pés estivesse prestes a desabar. Meu coração bate tão rápido e descompassado que mal consigo respirar. O ar entra e sai em ofegos curtos, e tudo dentro de mim grita em desespero. Meu estômago se contorce numa dor surda — uma mistura de medo, impotência e culpa.
Antes mesmo que minha mente consiga formular uma pergunta, a voz da doutora Carter volta a me atingir, agora com uma clareza que fere como navalha.
— Sua irmã apresentou uma crise ca