Quarto de Sophia – 03h17 da madrugada
A lua entrava pela janela parcialmente aberta, banhando o quarto com uma luz suave. O ventilador girava lentamente, espalhando o perfume de lavanda que Blanca sempre deixava na cômoda.
Sophia dormia com o corpo encolhido, o rosto voltado para o travesseiro. A respiração estava calma, mas o coração… inquieto. E como se alguém lhe puxasse pela consciência, o sonho começou.
Ela estava deitada em um leito macio. A luz era vermelha, como a de um lugar que não ex