Rafael voltou ao hospital naquela manhã com um semblante mais calmo, mas os sinais de sua luta interna ainda estavam presentes. Ele sabia que não poderia se esconder para sempre em sua dor, e, por mais difícil que fosse, ele precisava retomar o controle da sua vida. A presença de Helena ao seu lado durante os dias de luto tinha sido um alicerce, mas ele também sabia que o processo de cura seria gradual. Ele estava pronto para enfrentar o mundo novamente, ainda que com a dor latente.