Já se passaram alguns minutos desde que Grego se acalmou, mas nem ele nem eu conseguimos dizer uma palavra. Ele está sentado do outro lado da sala, com as mãos cobrindo o rosto e a cabeça baixa. Se for verdade mesmo o que descobrimos, nem sei como devo agir. É coisa de doido… deve ter havido algum engano.
Na minha cabeça, martela sem parar: ele é meu irmão. O destino só pode estar de sacanagem comigo.
Agora tudo faz sentido. Por isso dona Letícia estava disposta a tudo para nos manter separados