Vitória está sem reação desde o momento em que falei do filho do JP. Vai ser difícil pra caralho derrubar essa maldita Cúpula, mas não vou sossegar enquanto não conseguir.
— Vamos, pô — ela me olha por um instante, mas logo desvia o olhar. — Vamos, Vitória. As crianças precisam de você.
Não espero resposta, dou‑lhe as costas e sigo até a porta.
— A culpa foi minha — virei a cabeça de repente, ouvindo a voz dela. — Foi minha culpa.
Caminho até ela, seguro‑lhe o rosto com as duas mãos, obrigando‑