Pensei que ia morrer. Nunca mais na minha vida subo em uma moto com esse idiota. Se ele quer morrer, que morra sozinho.
Só espero que não venha me encher de perguntas; não estou com paciência para nada. Desço da moto e caminho rápido para dentro de casa. Sei que ele vai me questionar sobre o babaca do Arthur, e eu não quero falar absolutamente nada sobre isso.
— Espera aí, Vitória — chama assim que eu entro.
— Estou cansada, com sono e preciso de um banho — respondo, prendendo o cabelo num coqu