Sinto medo da reação de Grego, de ele não acreditar em mim sem provas. Desde que o pai foi levado, ele continua parado no mesmo lugar: não diz nada, e até agora ninguém teve coragem de se aproximar. Ouve‑muitos cochichos, e muitos me olham de forma torta, mas sabem que não podem fazer nada contra mim — ainda sou eu quem dita as regras por aqui.
LK chega perto dele, abaixa‑se e fala algo ao ouvido. Grego parece voltar a si: levanta‑se no mesmo instante e procura‑me com o olhar. Respiro fundo, já