Quando cheguei ao escritório do presidente do Grupo Oliveira, a notícia de que Bruno queria comprar o grupo já havia chegado aos ouvidos da minha mãe.
O escritório dela estava uma bagunça, com copos, documentos, mouse e teclado jogados por toda parte.
— Ajoelhe-se! — Ela apontou para mim com o dedo trêmulo. — Ajoelhe-se no teclado!
Sem expressão, busquei o alvo e, assim que o encontrei, não hesitei em me ajoelhar com força.
As teclas eram duras, e logo minhas pernas começaram a adormecer, mas eu