Achei que ele tinha razão, porque era exatamente assim que eu me sentia agora.
Ele estava parado na minha frente, e a pressão que eu sentia era sufocante.
Estendi a mão para ele. Ele ergueu as sobrancelhas e curvou os lábios em um sorriso zombeteiro.
— Sra. Henriques, o que está fazendo?
O semblante sombrio que ele exibia agora era incompatível com o homem que, na noite anterior, sob a luz do poste, havia falado comigo com tanta gentileza, pedindo que eu o levasse para casa.
Desajeitada, r