Bruno não veio atrás de mim; ele tinha algo mais importante para fazer.
Gisele ainda o esperava.
Nelson e eu nos despedimos em frente à porta do centro de detenção, e quando me virei, ele me chamou:
— Ana.
Olhei para trás e vi sua mandíbula afiada tensa, com seus belos olhos escondidos sob a aba do boné.
Hesitei por um momento, e um sorriso suave se espalhou pelo meu rosto.
— Desta vez, devo muito a você. Quando essa confusão acabar, vou te convidar para jantar. Só não sei se você, c