Bruno segurou minha mão e a esfregou contra sua bochecha.
— Vai ficar tudo bem, nossa filha vai crescer saudável, vai ficar tudo bem.
Ele repetia insistentemente que Dayane ficaria bem, não sei se estava dizendo para si mesmo ou para mim.
Será que ele também estava tão nervoso quanto eu?
Olhei nos olhos de Bruno e, com pesar, acenei com a cabeça.
Enquanto observava os cantos dos seus olhos ligeiramente avermelhados, senti uma pontada de arrependimento. Eu havia me exaltado demais mais cedo.
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