Desde aquele dia, Dayane se tornou cada vez mais silenciosa.
Ela começou a passar longos períodos em que ficava absorta, às vezes olhando para mim ou para Bruno, outras vezes fixando o olhar em qualquer coisa ao redor. Cada vez que entrava nesse estado, ficava ali, perdida, por mais de dez minutos.
Sempre que isso acontecia, nós não ousávamos interromper. A única coisa que podíamos fazer era nos mantermos próximos, tentando fazer algum som para chamar sua atenção, na esperança de tirá-la do tran