Bruno ainda tentava se explicar, sua voz baixa e trêmula.
— Eu realmente sei que errei.
Eu quase parei de respirar, como se meu coração tivesse cessado seu ritmo por um instante. Forçando um sorriso, tentei disfarçar o turbilhão dentro de mim.
— Então você pode me deixar levar a Dayane embora?
Bruno, com a febre que turvava seus pensamentos, demorou a entender o que eu estava dizendo. Ele não compreendia porque, sempre que nos encontrávamos, a única opção era partir.
Ou ele ia embora,