Bruno ainda tinha um pouco de consciência. Sabia que estava errado, e quando eu pedi novamente para que ele fosse embora, ele não disse mais nada.
Silencioso, ele se vestiu e, sem deixar nada para trás, colocou todas as suas coisas dentro da bolsa e se foi.
Foi só no momento em que fechou a porta que um suspiro suave se ouviu, ecoando no ar, como se não pudesse se dissipar.
Fui para o meu quarto, joguei fora todas as coisas que ele havia usado, até as toalhas do banheiro. Peguei o perfume