— Ana, você não pode me mandar embora. Eu só senti tanto a sua falta, durante esses três anos, eu pensei em você todos os dias.
Bruno parecia ter lembrado de algo de repente. Ele correu até a beira da cama e pegou o celular que estava sobre o colchão. Seus dedos rapidamente tocavam a tela, deslizando de um lado para o outro.
Então, ele virou o celular, e uma foto que eu conhecia como a palma da minha mão apareceu diante dos meus olhos.
A luz do celular estava tão intensa que meus olhos com