— Bruno, seu desgraçado!
Minha voz tremia junto com minha respiração, e meus dentes batiam involuntariamente enquanto eu falava. Bruno se aproximou, segurando a gola da minha roupa com a mão esquerda e me puxando do chão com força.
Ele me trouxe tão perto de seu corpo que era impossível não sentir a respiração dele roçando meu pescoço, fria como o gelo. Seus olhos negros e estreitos estavam cobertos por uma camada fina de algo que parecia gelo derretendo lentamente.
Mesmo ouvindo meus xing