As palavras de Bruno me deixaram perplexa.
Por que ele dizia isso? E por que fazia tais coisas?
Olhei para ele, tentando entender, mas seus olhos negros também estavam fixos em mim, como se esperasse algo.
— Não tem nada a dizer? — Perguntou ele, aguardando minha reação.
Balancei a cabeça.
— Não.
Ele curvou os lábios em um sorriso cheio de sarcasmo e desviou o olhar, rompendo o contato visual.
Ele sabia que havia falado demais. Na verdade, sabia que nem deveria ter a trazido até aq