— O filho dele ainda está vivo. Diga a ele para viver também! — Senti um nó na garganta e minha voz tremeu. — Uma criança não pode crescer sem o pai!
— O filho dele? — Gisele repetiu suavemente, surpresa, levantando os olhos para mim. — Você está esperando um filho do meu irmão!?
Eu assenti com a cabeça.
Um sorriso estranho e perturbador curvou os lábios de Gisele, e sua voz, subitamente doce demais para a situação, me deixou desconcertada:
— Ana, venha comigo. Se meu irmão souber que vo