Beijar, entre mim e Bruno, já era algo que eu tinha me acostumado.
Segurei seu rosto, imaginando que, como das outras vezes, um beijo suave nos lábios encerraria o momento, mas percebi que, dessa vez, o beijo não se concretizou.
Eu entendia claramente que, fosse pelas palavras “de vontade própria” ou pelo olhar expectante dele, aquilo me pressionava de uma forma insuportável.
Eu estava um pouco irritada.
— Eu estou cuidando de você porque, afinal, você se machucou por minha causa. Guarde e