Capítulo 317
— Ou o quê? — Mordi meus lábios, que ainda estavam dormentes do beijo dele, soltando uma risada sarcástica. — O que mais nos resta?

As sobrancelhas de Bruno se franziram.

— Então adivinha por que fui falar com o Severino hoje?

Minha mão, que segurava a camisa de Bruno, se apertou instintivamente, e minhas unhas se cravaram em sua pele sem que eu sequer percebesse de tão tensa que estava.

— Fala logo!

— Ele vai ser mandado para fora do país. Quando ele sair, será livre. — Bruno continuou, como se
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