— Ou o quê? — Mordi meus lábios, que ainda estavam dormentes do beijo dele, soltando uma risada sarcástica. — O que mais nos resta?
As sobrancelhas de Bruno se franziram.
— Então adivinha por que fui falar com o Severino hoje?
Minha mão, que segurava a camisa de Bruno, se apertou instintivamente, e minhas unhas se cravaram em sua pele sem que eu sequer percebesse de tão tensa que estava.
— Fala logo!
— Ele vai ser mandado para fora do país. Quando ele sair, será livre. — Bruno continuou, como se