No outono, o vento da noite em Cidade J já estava bem frio.
Estremeci com o sopro do vento, e Bruno abriu o casaco, envolvendo-me em seus braços.
Seu abraço era quente, e o cheiro era familiar para mim.
Mas, naquele momento, meu coração não conseguia relaxar de jeito nenhum, e eu estava tomada por uma tensão insuportável.
Quando certas emoções de um homem eram provocadas, era como uma chama que recebia combustível extra, e, por um tempo, a única solução era deixá-lo queimar até se esgota