Levantei os olhos de repente e o encarei. Seus olhos, sempre tão profundos e seguros, pareciam ainda mais envolventes sob a suave luz da lua.
Era quase ridículo.
Sua noiva acabara de sair do carro, e seu vulto ainda nem havia desaparecido na mansão, mas ele ousava dizer que sentia minha falta.
— Talvez você esteja sonhando...
— Não é um sonho. — Bruno me interrompeu. — Estou falando sério. O cheiro da sua presença está cada vez mais fraco em casa. Parece que os quatro anos que você passo