A dor aguda no meu pescoço fez com que cada nervo do meu corpo latejasse de dor. Com uma voz fria, falei:
— Deixe-me sair!
O rosto de Severino estava carregado de emoções conflitantes.
O sangue que escorria do meu pescoço aumentava cada vez mais, e ele estava preocupado.
Seu couro cabeludo formigava de leve; não apenas estava aflito pelo irmão, mas também temia não conseguir dar uma explicação convincente para Bruno.
Se Bruno descobrisse que a pessoa por quem ele se importava havia sido