Bruno ficou em silêncio.
Ele se endireitou no assento, abotoando lentamente a camisa, peça por peça, vestindo de volta as roupas que havia tirado.
Parecendo saborear o meu olhar, seus movimentos eram extremamente lentos, como se fizesse de propósito, cada gesto, até o movimento dos dedos, exalava uma sedução calculada.
Eu não conseguia mais suportar, minha preocupação com Rui só aumentava, então o pressionei ansiosa:
— Bruno, diga logo o que está acontecendo!
Bruno sorriu, aquele sorris