À noite, quando estava prestes a dormir, ouvi um som de algo arranhando a porta.
Achei que fosse algum gatinho ou cachorrinho de rua perdido, mas, quando olhei pela fresta, vi Bruno. Ele estava com a cabeça levemente inclinada para trás, o pomo de Adão subindo e descendo, e os olhos avermelhados fixos em mim.
O cheiro de álcool misturado com o ar úmido da chuva me envolveu imediatamente.
Dei dois passos para trás e abri a porta. Sem o apoio, ele caiu diretamente no chão.
Era como se ele não s