Corri imediatamente para lá, segurando com as duas mãos o pulso de Bruno, que estava agarrando a gola da camisa de Rui, na tentativa de separá-los.
Ele apertava com tanta força que as veias em sua mão se destacavam, estendendo-se até o interior da manga, onde meus olhos não podiam alcançar.
Levantei os olhos para encará-lo. Seu rosto inteiro parecia envolto pela escuridão da noite, e até mesmo o olhar dele estava obscurecido por uma sombra densa.
Apertei ainda mais minhas mãos.
— Bruno, solte-