Bruno, ao ver-me chegar, fez menção de se levantar para me acompanhar até o quarto.
Eu o empurrei de volta, obrigando-o a se deitar novamente, como se ele estivesse me carregando nas costas.
Estendi o braço e tirei o celular de suas mãos. Só então percebi que a pulseira que ele sempre usava no pulso não estava mais lá, e eu não sabia desde quando tinha sumido.
— E a sua pulseira? — Perguntei.
Ele olhou para o pulso e, ao recolher o braço, deu um tapinha leve no meu.
— Faz um tempo que