Despedi-me de Luz, puxando um pouco mais a gola do meu vestido enquanto saía, cambaleando levemente.
O motorista de Bruno, ao me ver, correu para me ajudar, mas eu o afastei, abrindo sozinha a porta do carro.
Dentro, Bruno estava sentado lá, com os olhos fechados, a cabeça apoiada no encosto do banco. Seu pomo de Adão subia e descia inconscientemente.
Ele parecia exausto, nem notou minha chegada, dormindo profundamente, sem qualquer sinal de alerta.
— Sra. Henriques, o Sr. Bruno teve uma s