Eu mordi os lábios.
— Bruno, se eu não me engano, já pedi o divórcio. Você não tem mais direito de se intrometer na minha vida.
Sua voz extremamente fria soou:
— Se eu não tenho direito, quem tem? Escolheu esse momento para pedir o divórcio, está achando que meu pai vive muito? — Seu tom era sarcástico. — Você acha que pode querer ser minha esposa quando bem entender e jogar fora quando não quiser mais?
Eu esbocei um sorriso amargo. A tristeza era incontrolável.
— Falar de posição agora é ridícu