— Oh? — Theo riu baixinho. — Srta. Ana, realmente há algo em você que lembra seu pai.
As palavras dele eram um elogio, mas o tom de voz fazia com que me sentisse desconfortável. A forma como ele sorria era como a de uma cobra com dentes quebrados, mexendo a língua sem querer morder, mas o suficiente para causar repulsa.
Uma sensação amarga se instalou em meu peito, e me perguntei como Bruno conseguia lidar com tantas pessoas desagradáveis. Eu mal estava começando a interagir com uma, e já me sen