Alexander acordou com o sol filtrando pelas cortinas pesadas do penthouse, o corpo ainda quente da noite anterior, mas o lado da cama ao seu lado estava frio e vazio. Ele se sentou abruptamente, os músculos tensionados, os olhos cinzentos varrendo o quarto em busca de Elena. O silêncio era ensurdecedor – nenhum som de chuveiro correndo, nenhum aroma de café fresco. Em vez disso, o bilhete na mesinha de cabeceira o encarava como uma acusação: "Isso foi um erro. Por favor, me deixe em paz. Elena."
Thais de Souza Costa Amorim
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