Elena mal dormiu naquela noite. O bilhete que deixou no penthouse de Alexander ecoava em sua mente como uma sentença que ela mesma havia assinado, mas que agora a sufocava. O corpo ainda carregava as marcas dele – hematomas leves nas coxas, uma mordida sutil no ombro que ardia sob a blusa –, lembretes físicos do prazer avassalador que ela tentava negar. "Foi só sexo. Foi um erro", repetia para si mesma enquanto se arrumava para a faculdade, passando corretivo no pescoço para esconder a marca ve