O sol da manhã entrava pelas janelas amplas do quarto principal da mansão Voss, em um condomínio fechado nos arredores de São Paulo. Elena acordou devagar, sentindo o peso suave de um cobertor de cashmere sobre o corpo e o cheiro familiar de café fresco vindo da cozinha. Ao seu lado, a cama estava vazia, mas ainda quente – Alexander nunca saía sem deixar um rastro de sua presença. Ela sorriu ao ver o bilhete na mesinha de cabeceira, escrito na caligrafia firme dele: “Volto em dez minutos. Não s