Segunda-feira cedo, Sofia já estava na PUC, sentada no gramado entre uma aula e outra, com o laptop aberto e um caderno cheio de rabiscos ao lado. A ressaca do fim de semana havia passado, mas a determinação só crescera. Ela passava as horas livres pesquisando: leis sobre coerção em contratos, reportagens antigas sobre cassinos clandestinos em São Paulo, nomes de jornalistas investigativos que já haviam denunciado agiotagem e lavagem de dinheiro no agronegócio.
No bloco de notas do celular, uma