Mundo ficciónIniciar sesión🌿 Sinopse 🌿 Ele nunca soube o que era felicidade. Desde criança, aprendeu a sobreviver em meio à dor, ao abandono e ao silêncio de um lar sem amor. Sem o carinho de uma mãe ou a proteção de um pai, precisou crescer sozinho… forte por fora, destruído por dentro. Mas quando acreditava que sua vida não poderia piorar, o destino o obrigou a pagar um preço cruel para salvar os próprios irmãos. Marcado por cicatrizes que ninguém consegue enxergar, ele segue vivendo apenas para proteger aqueles que ama… mesmo que isso lhe custe a própria alma. Em um mundo onde o sofrimento sempre foi sua única companhia, existirá alguém capaz de lhe mostrar o verdadeiro significado da felicidade?
Leer másOs meses foram se passando. Roberta conversava todos os dias com o filho, Max, e a aproximação entre os dois, mesmo à distância, foi se tornando cada vez mais sólida.Andrey e Andrew também conversavam bastante com ele por videochamada, sempre provocando Morgan como só um bom cunhado sabe fazer, de olho no cunhado à distância.No dia de folga dos dois, foram até o terraço do prédio, observando a região árida, marcada pelo desmatamento, estradas de terra e pequenas casas humildes.Morgan envolveu Max pela cintura, beijando seu pescoço e apoiando a cabeça em seu ombro:— Parece que tudo já está tranquilo por aqui. Podemos voltar para casa.Max continuou olhando para frente, pensativo:— Hum-hum, podemos sim. Já conversei com o pessoal sobre isso, e além do mais, outra equipe médica já está a caminho. Sendo assim, podemos ir embora.Morgan o virou de frente para si, os olhos brilhando:— E assim, finalmente, podemos curtir nossa lua de mel.Max segurou o rosto dele e lhe deu um beijo:—
Susan foi transferida para o presídio, onde aguardaria até o dia da sua audiência.Seus filhos ficaram sabendo do que havia acontecido e foram visitá-la. Alan tentou entender a situação e acabou descobrindo tudo o que ela havia feito:— Caramba, mãe, por que a senhora faz essas coisas? Por que sua vida inteira só se dedicou a querer enriquecer, de qualquer jeito?Susan os encarou e começou a rir, com deboche:— De todos os meus filhos, o único que realmente me entendeu foi o meu adorado Logan. Ele nunca me criticou, diferente de vocês três. Sinceramente, eu desejaria que, assim como aquele nojento do Max, vocês também não fossem meus filhos. Mas, infelizmente, vocês têm o meu DNA. Que tristeza, para uma mãe, ter filhos assim como vocês.May encarou a mãe, os olhos marejados:— Como a senhora pode ser desse jeito? Eu não consigo acreditar que uma mãe possa ser assim.Maira se aproximou da irmã, tentando confortá-la:— Esquece, minha irmã. Ela não vale nem uma de nossas lágrimas.Alan s
Já no hospital da Cruz Vermelha, Max chegou, deixou suas coisas na sala e correu para atender os inúmeros pacientes que esperavam pelos corredores.Assim que começou os atendimentos, os médicos que vieram com ele iniciaram a triagem, separando os casos mais graves dos que podiam esperar um pouco mais.Bella e Tony percorreram todas as alas, avaliando a situação. Uma parte do hospital estava parcialmente destruída por causa de uma explosão que havia acontecido dias depois da partida deles do país.Morgan, por sua vez, também trabalhava duro, orientando sua equipe a organizar os medicamentos que haviam trazido para os pacientes.Uma das médicas olhou ao redor, insegura:— Senhor, tem certeza de que precisamos fazer isso?Morgan ergueu a sobrancelha, encarando-a:— Não estou obrigando você a ficar, doutora. Se quiser ir embora, pode ir — não vou te prender aqui.A médica sorriu, sem graça:— Não foi isso que quis dizer, doutor Morgan. Foi só que... estamos numa área muito perigosa. Só is
Na manhã seguinte, Roberta arrumava a mesa do café da manhã, radiante, dispondo todos os tipos de frutas, doces, bolo, suco, vitaminas, café com leite, iogurte, todos os tipos de pão, geleia, manteiga, queijo, entre outras delícias.Andrey chegou ajeitando a abotoadura da blusa:— Olha, eu nunca vi uma mesa assim antes, mamãe. Dessa vez a senhora se superou.Roberta sorriu, ansiosa:— Será que seu irmão vai gostar?Andrew se aproximou, sorrindo, e beijou o rosto da mãe:— Olha, se ele não gostar, pode ter certeza de que eu adorei.Andrey olhou para o corredor, curioso:— E ele? Por que ainda não veio tomar café? Será que está com vergonha da gente?Roberta respondeu, já se levantando:— É, ele ainda não está acostumado conosco. Vou buscá-lo.Quando ela se virou em direção ao corredor, Max já vinha chegando. Ao vê-la, sorriu, um pouco sem jeito:— Bom dia, senhora. Me desculpe por ontem à noite — acho que acabei adormecendo antes do jantar.Roberta se aproximou, sorrindo, passando a mã
Último capítulo