Era um sonho. Disso eu tinha certeza.
Eu vi uma versão mais jovem de mim mesma deitada na cama, magra e doentia. Sua pele era pálida como a neve, e sua respiração vinha em arfadas pesadas. Ao lado dela estava meu pai, Alfa Trent, em sua melhor forma. Ele era bonito, como eu sempre soube, mas havia dor em seu olhar enquanto me observava; eu estava morrendo, e eu podia ver isso.
— Nada pode ser feito por ela — fizemos tudo o que podíamos, mas a doença… não entendemos, nunca vimos nada parecido. —