RILEY
...
— Daisy! — Chamei; o sorriso no meu rosto estava um pouco forçado.
— Aconteceu alguma coisa? — Ela perguntou, com um olhar de preocupação nos olhos.
— Na verdade, não. Não vim aqui falar com você como a ‘curandeira da Alcateia’, mas como amiga.
— Ah. Então entre, Luna. — Ela me convidou, e eu a segui até seu apartamento. — Se for sobre seu filho, saiba que esta noite seria o momento perfeito para a visita que combinamos antes.
— Obrigada, isso é uma boa notícia, e mal posso esperar par