PONTO DE VISTA DE RILEY
Eu permanecia sozinha naquela sala de contenção deserta, presa à cadeira para a qual haviam me arrastado. O eco cadenciado de passos que se aproximavam capturou minha atenção.
Bailey retornara, outra vez.
— Seu companheiro está aqui. — Ela falou com frieza. — Como já lhe disse, sentimentos nos enfraquecem, e esse foi o erro dele.
— Não ouse fazer mal a ele. — Alertei, debatendo-me contra as correntes.
— Imagino que queira vê-lo, não é? — Ela perguntou, e eu não respondi,