Os olhos de Bailey se arregalaram em choque ao encarar a adaga agora cravada em seu peito. Mas eu não parei por aí. Arranquei a adaga e a golpeei repetidas vezes, até ter certeza de que ela estava morta.
Ela caiu no chão, em meio a uma poça do próprio sangue, e finalmente eu parei e fiquei olhando para ela.
Tinha acabado; eu mal podia acreditar. Eu estaria livre.
Só percebi que estava chorando quando senti as lágrimas escorrendo pelo rosto; mas não eram lágrimas de dor ou tristeza, e sim de alív