“Abigail Zapata”
O Martim era uma caixinha de surpresas. Além de ter uma casa linda, ele ainda sabia cozinha. Bem, pelo menos fazia uma omelete divina. Mas ele era, em essência, um grosseirão depravado. É claro que ele tinha um corpo perfeito e que me deixou bem animada na noite anterior, mas eu não ia passar esse recibo pra ele. Então eu disfarcei logo, só não esperava pela reação dele.
Ele estava entre as minhas pernas e esfregava o seu membro duro como pedra em mim. Aquilo era íntimo demais