Capítulo 47 - Victor

Enquanto dirigia para casa, Clara adormeceu no banco ao lado, a cabeça pendente de nível para a janela, a respiração ritmada, curta, tranquila. Não fazia ideia do que Max falara para ela, mas acredito ter sido ruim o bastante para levá-la a beber e, no fim, encostar o dedo na torre de taças até tudo vir abaixo. O volante rangeu sob a pressão dos meus dedos. A pele dos nós ardia; pontos de sangue marcavam o punho. O soco em Max tinha validade. No meio do caos, ele achou tempo para jogar veneno.

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