A luz do sol atravessava as frestas da cortina pesada do quarto. O relógio marcava quase onze da manhã quando Alexander abriu os olhos, a cabeça latejando como se martelassem seu crânio por dentro.
Ele gemeu, levando a mão à testa. Estava tonto. A garganta seca. O gosto amargo do uísque ainda presente.
Mas o que realmente fez seu corpo congelar foi a sensação de algo — ou alguém — ao seu lado.
Virou-se lentamente… e o mundo parou.
Tamara estava deitada nua ao seu lado, os cabelos soltos