Mundo de ficçãoIniciar sessãoNão sei quanto tempo fiquei sentada no chão da sala, com as costas encostadas ao sofá, a deixar que o peso do desemprego e do medo me esmagassem. As lágrimas de exaustão, após a chamada com o Alejandro Vargas, tinham secado no meu rosto, deixando a minha pele repuxada e os meus olhos a arderem.
O silêncio de casa foi rasgado pelo som estridente da campainha.Dei um salto, o coração a disparar contra as costelas. Não foi um toque rápido. Foi longo, contínuo, seguido de três pancadas






